
Segundo o levantamento, a temperatura máxima média no país deve aumentar 1,7°C, podendo chegar a 7°C em algumas regiões. A Região Norte será a mais afetada, com alta média de 2,8°C e previsão de até 193 dias de calor extremo por ano.
Entre os estados, Rondônia lidera o ranking, com aumento projetado de 3,95°C, seguido por Acre e Roraima. O estudo também aponta que o Brasil poderá enfrentar até 13 ondas de calor por ano, exigindo adaptação de setores como energia, infraestrutura, saúde e logística.
No Centro-Oeste, a projeção é de aumento médio de 2°C, com os dias de calor extremo saltando de cinco para 107 por ano. Já na Região Sul, embora o aquecimento seja menor, os dias de calor intenso devem passar de quatro para 38 anuais.
Para a plataforma de inteligência climática i4sea, o calor extremo deixará de ser um evento ocasional e passará a fazer parte do planejamento estratégico de empresas e governos, reforçando a necessidade de investimentos em infraestrutura e medidas de adaptação às mudanças climáticas.


