Carlos Fávaro e Percival Muniz-Foto: Ronaldo Teixeira/AGORAMT
Carlos Fávaro e Percival Muniz-Foto: Ronaldo Teixeira/AGORAMT

Uma interpelação no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) foi protocolada pelo vice-governador Carlos Fávaro (PSD), nessa segunda-feira (11), em que pede explicações sobre as declarações feitas pelo prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (PPS) em um grupo de Whatsapp na última semana.

A polêmica começou quando Percival teria falado em um grupo de WhatsApp que um assessor de Fávaro, Renancildo Franca, estava aliciando e comprando políticos para se filiarem ao PSD, sigla que é comandada pelo vice-governador em Mato Grosso. O pagamento por uma filiação seria de uma entrada de R$60 mil e outros R$200 mil parcelados em 10 vezes.

A conversa foi parar na tribuna da Assembleia Legislativa (AL), onde o deputado estadual Max Russi (PSB), que faz parte do grupo e viu a conversa, pediu explicações sobre o caso.

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Na ação judicial, o vice-governador exige explicações sobre as acusações realizadas no aplicativo, que para ele foram afirmações irresponsáveis. Ainda afirma que a sociedade não aceita mais a “velha política” e que não entrou na política para vagabundagem.

Fávaro e Renancildo Franca foram ao Ministério Público Estadual (MPE) e se colocaram à disposição da justiça para serem investigados, com o intuito de esclarecer os fatos e que os responsáveis sobre as declarações realizadas no grupo do WhatsApp sejam responsabilizados.

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