De acordo com a versão da suspeita no Boletim de Ocorrência, ela sofre de transtornos mentais e ambos eram usuários de entorpecentes. No momento da prisão, ela relatou aos policiais que o companheiro teria chegado em casa por volta das 23h zombando dela e acabaram entrando em discussão.

Após a discussão ele teria saído da casa e sentado em um banco de madeira no quintal onde permaneceu consumindo entorpecentes. Segundo a suspeita, por diversas vezes, ele retornava para dentro da casa e a agredia verbalmente e ela pedia para que ele saísse da casa.

Em uma das vezes que ele retornou ela teria perdido o controle, pegou uma barra de ferro, foi até o homem que estava sentado no banco e desferiu vários golpes com o objeto na cabeça dele, até que ele caiu ao solo.
Após o crime ela contou que permaneceu na casa. No dia seguinte ela teria ido até a casa de parentes no Jardim Liberdade e contado que havia assassinado o companheiro, mas, segundo ela, os parentes não acreditaram na fala dela.
Ao retornar para casa ela teria ido até uma conveniência próxima e novamente teria confessado o assassinato aos clientes do estabelecimento comercial. Segundo ela, ao chegar em casa já havia vizinhos no quintal da casa e falaram para ela aguardar a chegada da polícia.

Quando a PM chegou ao local ela prontamente foi até a guarnição, confessou o crime e não resistiu a prisão. Ela foi encaminhada a 1ª Delegacia de Polícia para as providências legais cabíveis.


