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CONFRONTO GENÉTICO

Três corpos localizados em Rondonópolis ainda estão no IML aguardando identificação por meio de exame de DNA

Corpos foram encontrados em diferentes regiões de Rondonópolis entre fevereiro e abril deste ano; exames genéticos realizados em Cuiabá devem auxiliar na identificação das vítimas

FONTE
Via: Renata Ramos | Grupo Agora de Comunicação
Imagem: corpos Três corpos localizados em Rondonópolis ainda estão no IML aguardando identificação por meio de exame de DNA
Três corpos encontrados em Rondonópolis seguem sem identificação oficial no IML e aguardam exame de DNA – Foto: TV Cidade/AGORAMT

Três corpos localizados em diferentes regiões de Rondonópolis (MT) permanecem sem identificação oficial no Instituto Médico Legal (IML) do município e aguardam confirmação por meio de exames de DNA com possíveis familiares das vítimas. Os casos ocorreram entre fevereiro e abril deste ano e seguem sendo investigados pela Polícia Civil de Mato Grosso.

Segundo informações do IML, materiais genéticos dos corpos foram coletados e encaminhados para Cuiabá (MT), onde serão confrontados com possíveis familiares para identificação oficial dos corpos.

No primeiro caso, registrado no dia 14 de fevereiro, um corpo foi encontrado às margens da BR-364, nas proximidades do bairro Parque Industrial Vetorasso. A vítima, um homem negro, de meia idade, que vestia short preto e camiseta amarela, estava em uma região de mata no km 198 da rodovia.

Na época, um familiar reconheceu o corpo como sendo de Heleno de Alencar Oliveira, de 77 anos, desaparecido desde o início de fevereiro. No entanto, devido ao estado de decomposição e à impossibilidade de coleta de impressões digitais e identificação odontológica, foi necessária a realização de exame de DNA. Familiares compareceram ao IML e realizaram a coleta de material genético para o confronto.

O segundo caso ocorreu no dia 21 de março, quando um corpo em avançado estado de decomposição foi encontrado na Gleba São João, próximo à Rodovia do Peixe, na região do km 23.

Segundo informações da ocorrência, o cadáver estava com mãos e pés amarrados e boiava no Rio Vermelho, na região rural da comunidade Miau. A suspeita inicial é de possível execução ligada a facção criminosa. O corpo também apresentava sinais que indicavam possível disparo de arma de fogo.

Devido ao avançado estado de decomposição, não foi possível identificar a vítima. O material genético foi coletado e encaminhado para Cuiabá, onde permanece no banco de dados do IML. Até o momento, nenhum possível familiar compareceu para fornecer material para confronto de DNA.

Já o terceiro caso foi registrado no dia 17 de abril, quando um pescador encontrou um corpo parcialmente enterrado em uma cova rasa nos fundos do bairro Jardim Ana Carla, em uma área de mata na região Salmen.

O cadáver estava sem a cabeça e em avançado estado de decomposição, impossibilitando a identificação por impressões digitais ou arcada dentária. Equipes da Politec, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil participaram da ocorrência.

Segundo o IML, o corpo foi encaminhado para Cuiabá para exames complementares, incluindo análise por scanners para verificar a presença de projéteis de arma de fogo. Familiares que suspeitam da identidade da vítima compareceram ao IML e realizaram coleta de material genético para o confronto.

O Instituto Médico Legal reforça que familiares de pessoas desaparecidas podem procurar a unidade para realizar coleta de DNA e auxiliar nos trabalhos de identificação.

O plantão da Gerência de Medicina Legal de Rondonópolis atende pelo telefone (66) 98136-5488.

Veja os casos completos:

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